Tirar você do modo automático e colocar sua carreira em movimento real com método, sem abrir mão da sua renda e da sua estabilidade antes da hora.
Comecei como técnico bancário em 2004. Fui Gerente na Rede de Varejo por mais de 15 anos. Vinte e dois anos depois, sou Líder Ágil no movimento de Transformação Digital da CAIXA. Entre um ponto e outro, me desestacionei na prática, no corpo, na mente e na carreira.
Sou economista, 43 anos, de São Paulo. Passei a maior parte da carreira como gerente de carteira PJ, até entender que precisava conhecer outras realidades dentro da empresa. Durante a Pandemia da COVID-19, onde o mundo foi "obrigado" a se reinventar, comecei a refletir sobre mim e sobre quais rumos minha carreira tomaria.
Em vez de largar tudo, fiz uma transição com método: Investi em MBAs focados em Gestão de Projetos, em Tecnologia com ênfase em Business Intelligence e IA. Especializações em Engenharia Econômica e Financeira e em Docência Superior (para um outro projeto do futuro), e migrei internamente através de um grande projeto de Transformação Digital, sem abrir mão da renda nem da estabilidade.
Em paralelo a carreira, documentei uma verdadeira transformação no meu corpo e na minha mente. Com 36 anos pesava aproximadamente 120kg (com um elevado nível de gordura corporal e falta de condicionamento físico). Após um longo processo de reeducação alimentar e física, hoje, aos 43 anos, vivo de forma saudável, realizando atividades físicas diárias e uma alimentação equilibrada e sem exageros.
Atualmente sou pesquisador com um grande foco na interseção entre Gestão, Tecnologia e Inovação, com produções registradas em diversas plataformas, incluindo um artigo sobre fluência digital na era da IA generativa (em colaboração com outro grande pesquisador da área).
Esse percurso virou um método. Desestacionar é tirar o profissional do ponto morto e colocá-lo em movimento de transformação real, com segurança psicológica, clareza e plano. É este o grande foco da nossa mentoria.
Os dados de 2025 são claros: a insatisfação é generalizada, mas a maioria trava na mesma barreira, falta de método e de segurança para dar o primeiro passo.
Não é um surto isolado: é o estado do mercado. Repensar a carreira deixou de ser exceção e virou condição normal de quem trabalha.
A maior barreira de quem quer mudar não é talento — é não ter um plano que torne a transição financeiramente sustentável. Depois vêm "não sei para onde ir" (40%) e "falta qualificação" (37%).
Quem segue um processo validado tem o dobro de chance de uma transição bem-sucedida. E 67% relatam mais satisfação depois da mudança. Mas cerca de 70% ainda tentam sozinhos, sem metodologia.
O WEF chama isso de maior reset de habilidades da história. A janela para se reposicionar está aberta, mas não para sempre.
Fontes: WEF Future of Jobs Report 2025 · Gallup State of the Global Workplace · CAGED/MTE · FlexJobs · Deloitte · LinkedIn — compilados no relatório executivo "A Crise Silenciosa do Trabalho".
O problema raramente é falta de vontade. É não ter um caminho seguro para sair do lugar.
Um modelo de gestão de projetos aplicado à sua vida profissional. Cada etapa é insumo da próxima, projetado para proteger sua segurança psicológica, financeira e técnica ao longo de todo o caminho.
As etapas devem ser sequenciais por um motivo: pular o autoconhecimento leva você a escolher o alvo errado; pular o planejamento financeiro força você a aceitar a primeira oferta por necessidade. A velocidade pode mudar de pessoa para pessoa, os passos, na maioria das vezes não.
Construído sobre teorias consagradas de carreira: Construção de Carreira e Adaptabilidade (Savickas), Âncoras de Carreira (Schein), Tipologia Vocacional (Holland), Autoeficácia (Bandura) e as tendências da força de trabalho do Fórum Econômico Mundial.
Entender o momento atual: motivações reais, valores inegociáveis e as habilidades que você já carrega e ainda não enxerga como ativo.
Sair da introspecção e validar a hipótese de carreira com dados reais: demanda, faixas salariais, lacunas e conversas com quem já vive a nova área.
Transformar intenção em plano: metas SMART, marcos com prazo e pontos de revisão que impedem a estagnação.
Fechar as lacunas que importam: hard skills, soft skills e experiência prática via projetos, para chegar competitivo na nova área.
Construir a reserva de oportunidade que dá poder de negociar e recusar propostas ruins. É o pilar que tira a pressão das decisões.
Posicionar-se no mercado, executar a busca e adaptar o plano com confiança. O processo não termina na contratação, evolui com você.
Duração típica de uma transição segura e consciente, do ponto de partida à ação. Movimentos laterais costumam levar de 6 a 12 meses; mudanças radicais que envolvem um reskilling, podem levar de 12 a 24 meses. A distância entre onde você está e onde quer chegar define o ritmo.
Autoridade construída na prática, na academia e no compartilhamento aberto de conhecimento.
Conteúdo semanal sobre carreira, gestão, liderança, agilidade e economia. É onde a conversa acontece e onde acompanho de perto quem está em transição.
Seguir o perfil PesquisaProdução acadêmica na interseção entre gestão, tecnologia e inovação, incluindo artigo sobre fluência digital na era da IA generativa (em colaboração com um grande parceiro).
Ver o currículoUm diagnóstico de 45 minutos: uma conversa estruturada para entender seu momento, identificar o que é inegociável para você e mapear o que trava e o que apoia a sua mudança. Você sai com clareza, independentemente de continuarmos juntos depois.